Ilusões

«As ilusões», dizia-me o meu amigo, «talvez sejam em tão grande número quanto as relações dos homens entre si ou entre os homens e as coisas. E, quando a ilusão desaparece, ou seja, quando vemos o ser ou o facto tal como existe fora de nós, experimentamos um sentimento bizarro, metade dele complicada pela lástima da fantasia desaparecida, metade pela surpresa agradável diante da novidade, diante do facto real».

Charles Baudelaire, in Pequenos Poemas em Prosa

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One thought on “Ilusões

  1. Nada é o que é.
    Estou a voltar aqui, mas continua a não me ocorrer nada de jeito para dizer, mas isso também já não é novidade para ti :p

    Beijinho*

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