Gigante de Pedra.

Pela noite fria em expansão

Esbatido na malha de indiferença

Revela-se ao gigante sua razão

Dissolver ilusão, ser apenas presença.

.

No seu âmago somente ausência

Onde se torce a corda que é o tempo

Que a cada volta espreme sua essência

E o faz revolver numa procura sem alento

.

Assim sempre, dentro de si o gigante

Retorcido na prensa da consciência

É esmagado pela dor sufocante

Que é grito mudo,  sua existência.

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